Aussie (Melb_vani)

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Enfim, Australia…

Depois de sair do Brasil as 14h da tarde do dia 04 de dezembro e chegar em Melbourne as 15h do dia 06 de dezembro e não fazer ideia de quantas horas foram passadas dentro de aviões e aeroportos pensando neste tão almejado destino e fazendo amizades com todos os brasileiros que encontrei no caminho e alguns estrangeiros. Enfim, estamos aqui:  MELBOURNE!!

Mudei???

Não!

Continuo a mesma pessoa, porém agora sozinha neste grande continente chamado Oceania. 

Melbourne é gigante foi o que disse repetidamente minha companheira de quarto Valentina… Is a Big City.

A casa tem dois italianos e um rapaz de um país do qual não me recordo chamado THOMAS, fala rápido e ajudou com a cortina…primeira batalha do grupo para fechar as persianas que eu abri. (Unindo o povo por uma causa… comum rsrs) 

Vejam como estou perdida….cozinham bem e eu mal sei fazer arroz e feijão (…) 

Vou passar fome pelo jeito. Devia ter aprendido a cozinhar. I will survive (disse ao italiano Pierro, um cozinheiro chef  apaixonado por surf e pela vida)

Viva la vida! És seu lema de vida… apenas segue… A vida é como anjo me disse (,,,) ou algo parecido. Bem! eu me planejo senão… não estaria aqui. Sem dinheiro…sem vida bela. Concordamos no segundo ponto e ele acabou com meu chocolate preferido haha. (Tenho bom gosto para chocolates pelo jeito!) me ferrei =D rsrsr porque não aprendi a cozinhar DEUS!

Meu primeiro dia na city (é como chamam o centro de Melbourne aqui) foi perdida. Mas, háaaa!!! eu tinha uma guia muito esperta Valentina e achamos tudo. O banco, a agência, o correio, a fonte (para o adaptador), o MC Donalds, o mercado e a estação de trem…. Realmente. Melbourne is a big city. Muito grande, muitas pessoas, muitos estrangeiros. me sinto como se fosse uma estrangeira hahaha fico procurando quem são os australianos no meio de tantas nacionalidades, Indianos, Chineses, Asiáticos, Judeus, Árabes, Africanos, Brasileiros (que somente consigo identificar quando ouço meu idioma).

Aussie é terra de estrangeiro e você é só mais um rsrs. Não é como no Brasil, Onde todos são comuns. Aqui é diferente tem muita mistura, muita gente…agora imagine eu que sempre odiei multidões hahaha

Bem!

Que a Jornada comece!

Por hora…tento me recuperar do jet league escrevendo as 5h da manhã de sábado.

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Entre o real e o imaginário, me reconheço em Albert Camus: “Nunca me senti tão profunda e, ao mesmo tempo, tão alheia a mim — e tão presente no mundo”.

Vanessa (Veedeli)