O Poeta do Trem

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Em uma sexta-feira
Avistei uma sereia negra
De Angola.

Linda como a flor,
Bela como a rosa.

Não sei dizer qual era o seu perfume,
Mas parecia ter a fragrância
De uma rosa.

A vi — eu.

E, num piscar de olhos,
Desapareceu em meio
A um turbilhão de pessoas
Que circulavam pela
Região.

Autor: Devanir Silva

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Entre o real e o imaginário, me reconheço em Albert Camus: “Nunca me senti tão profunda e, ao mesmo tempo, tão alheia a mim — e tão presente no mundo”.

Vanessa (Veedeli)