Em uma sexta-feira
Avistei uma sereia negra
De Angola.
Linda como a flor,
Bela como a rosa.
Não sei dizer qual era o seu perfume,
Mas parecia ter a fragrância
De uma rosa.
A vi — eu.
E, num piscar de olhos,
Desapareceu em meio
A um turbilhão de pessoas
Que circulavam pela
Região.
Autor: Devanir Silva


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