
Ser demitido em época de crise parece algo terrível e assustador; perder aquela segurança de todo mês ter o salário na conta e ter a liberdade de ir atrás dos seus sonhos é estarrecedor. Ficamos estagnados, atualizamos o currículo, o linkedin, retomamos contatos antigos…potenciais indicações e saímos loucamente na busca por novas oportunidades. Não estávamos satisfeitos no trabalho e continuamos insatisfeitos sem ele.
Nietzsche dizia: Como é perigoso libertar um povo que prefere a escravidão.
Nos acomodamos ao que é seguro e confortável. É inerente! Mas, no mundo corporativo, nunca houve conforto ou segurança. Em todo momento há o medo de fracassar, errar ou não entregar o melhor resultado. E quanto maior o esforço; mais árduo é atingir o objetivo almejado do reconhecimento profissional o que não depende somente de você.
A verdade, é que líderes atuais denominados “Gestores de pessoas”, se utilizam de técnicas de persuasão e elogios vazios para realizar o reconhecimento profissional de seus colaboradores. E assim segue o funcionário no conforto de seu local de trabalho feliz e satisfeito.
E daí se há estresse, noites sem dormir e doenças físicas, psicológicas. Faz parte da rotina…”Ossos do ofício”. Mas, irá chegar o fatídico dia da ruptura e não importa de quem partiu a decisão de cessar este acordo. O estado de espírito será o mesmo: DESOLAÇÃO.
O novo é assustador! Você acaba de sair da zona de conforto. E por pior que pareça; este é o momento em que evoluímos o RENASCIMENTO.
A quebra do status quo lhe impulsiona obrigatoriamente a seguir em frente, traçar uma rota, realizar seus sonhos, mudar de profissão, tirar da gaveta aquele plano há muito empoeirado e tomar as rédeas de sua vida e isto SIM é assustador… não há ninguém no comando além de você. Está livre!
Bem-vindo a vida!


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